{"id":400,"date":"2011-12-26T00:21:50","date_gmt":"2011-12-26T00:21:50","guid":{"rendered":"http:\/\/vinhos.inacreditavel.pt\/?p=400"},"modified":"2015-08-07T00:39:03","modified_gmt":"2015-08-07T00:39:03","slug":"vinhos-de-natal-7","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/vinhos.inacreditavel.pt\/?p=400","title":{"rendered":"Vinhos de Natal"},"content":{"rendered":"<p>O Passos esteve c\u00e1, acompanhado pelo Xerife de Nottingham e o Cardialavaco vampiroso&#8230; Vinham cobrar tributos, beber vinho alheio, ainda tentaram for\u00e7ar a entrada, puseram o p\u00e9 \u00e0 porta, mas o meu c\u00e3o (treinado para a ocasi\u00e3o &#8211; 3 dias sem comer) comeu-lhes o p\u00e9! E foram bater a outra porta&#8230;<\/p>\n<p>Comecei com uma zurrapa do Pingo Doce. Estes gajos conseguem ter uma s\u00e9rie de prateleiras com os piores vinhos de Portugal e \u00c1frica todos juntos. Piores que os da pipa da <a href=\"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=1880\">tasca do Matias<\/a>.<\/p>\n<p>Herdade da Figueirinha, Alentejo tinto 2008 Reserva, 13,5% de \u00e1lcool, Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional. T\u00e3o martelado que ainda lhe senti as limalhas da cabe\u00e7a do martelo. N\u00e3o \u00e9 t\u00e3o mau como o Moita Velha (mistura de v\u00e1rios vinhos da UE), mas anda l\u00e1 perto. Passei \u00e0 zurrapa n\u00ba 2.<\/p>\n<p>Fonte da Serrana, Alentejo tinto 2010, 13,5% de \u00e1lcool, Aragonez, Trincadeira e Touriga Nacional. Um bocadinho melhor que o anterior, e no dia seguinte at\u00e9 se bebe melhor, at\u00e9 j\u00e1 sabe a vinho: um toque de adstring\u00eancia, suportado por um travo doce e \u00e1cido. Mas ainda \u00e9 preciso puxar pela imagina\u00e7\u00e3o&#8230; o facto de estar em garrafa escura ajuda a perceber que \u00e9 vinho. Farto de ser enganado, passei a um vinho honesto.<\/p>\n<p>Quinta da Ponte Pedrinha, D\u00e3o tinto 2008, 13,5% de \u00e1lcool, Tinta Roriz e Jaen. Um vinho t\u00edpico do D\u00e3o, totalmente honesto, um pouco mais \u00e1spero at\u00e9 do que o standard da regi\u00e3o, o que \u00e9 bom &#8211; muito bom! &#8211; porque lhe rouba no toque enjoativo t\u00edpico dos vinhos da zona. Um pouco mais \u00e1cido e \u00e1spero que os fant\u00e1sticos vinhos do \u00c1lvaro de Castro, quase a lembrar os Douros, no tempo em que se podia confiar nos vinhos do Douro. Recomendado!<\/p>\n<p>Escasso, Douro tinto 2008, 14% de \u00e1lcool, sem mais informa\u00e7\u00e3o. O melhor de todos desta cr\u00f3nica. O melhor equil\u00edbrio entre doce, \u00e1cido, \u00e1spero e envelhecido. O Douro tem condi\u00e7\u00f5es fant\u00e1sticas para fazer vinho excecional&#8230; \u00e9 preciso \u00e9 saber faz\u00ea-lo. E este sabe.<\/p>\n<p>Chegou o Natal. E com ele veio um Periquita, Sado tinto 2009, 13% de \u00e1lcool, Castel\u00e3o, Trincadeira, Aragonez. Um standard, bem misturado, abaixo do Escasso, mas muito bem beb\u00edvel.<\/p>\n<p>E tamb\u00e9m um Jo\u00e3o Pires, Set\u00fabal branco 2010, 11,5% de \u00e1lcool, Moscatel. Um standard, toda a gente conhece.<\/p>\n<p>Casa Ermelinda Freitas, Sado tinto 2009, Syrah, 14,5% de \u00e1lcool. Com tanta madeira que deve ter ca\u00eddo em pequenino num barril de carvalho americano. N\u00e3o aconselh\u00e1vel.<\/p>\n<p>Cartuxa, Alentejo tinto 2009, 14% de \u00e1lcool, Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet, 12 meses em carvalho franc\u00eas. Um vinho imaculado. Mais s\u00f3lido e denso que o Escasso do Douro, mas muito mais caro. E o Escasso \u00e9 mais fresco, bom para cortar os exessos de Natal.<\/p>\n<p>Bons copos!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Passos esteve c\u00e1, acompanhado pelo Xerife de Nottingham e o Cardialavaco vampiroso&#8230; Vinham cobrar tributos, beber vinho alheio, ainda tentaram for\u00e7ar a entrada, puseram o p\u00e9 \u00e0 porta, mas o meu c\u00e3o (treinado para a ocasi\u00e3o &#8211; 3 dias sem comer) comeu-lhes o p\u00e9! 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