{"id":660,"date":"2014-07-06T10:25:36","date_gmt":"2014-07-06T10:25:36","guid":{"rendered":"http:\/\/vinhos.inacreditavel.pt\/?p=660"},"modified":"2015-08-18T18:09:26","modified_gmt":"2015-08-18T18:09:26","slug":"vinhos-de-um-verao-chuvoso-ii","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/vinhos.inacreditavel.pt\/?p=660","title":{"rendered":"Vinhos de um ver\u00e3o chuvoso &#8211; II"},"content":{"rendered":"<p>Cabe\u00e7a de Burro, Douro tinto 2010, 14% de \u00e1lcool, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Uma boa combina\u00e7\u00e3o de sabores: \u00e1cido, doce e adstringente. Um cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Vila Regia, Douro tinto 2012, 12,5% de \u00e1lcool. J\u00e1 t\u00ednhamos bebido o <a href=\"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=1585\">2000<\/a>, o <a href=\"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=3744\">2003<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=3827\">2004<\/a> e depois, de repente, nunca mais vi este vinho nos escaparates. Agora voltou em grande forma e numa vers\u00e3o corajosa com pouco \u00e1lcool, a deixar sobressair a acidez natural do vinho.<\/p>\n<p>Porca de Mur\u00e7a, Douro tinto 2012, 13% de \u00e1lcool. Mais um cl\u00e1ssico do Douro. Cl\u00e1ssico no nome e no sabor. Um vinho honeste que tem sabido manter a acidez ao inv\u00e9s de escond\u00ea-la em do\u00e7uras e corpos fict\u00edcios como muitos vi(zi)nhos &#8220;nobres&#8221; seus. Bom para acompanhar pratos fortes e gordurosos.<\/p>\n<p>Faro, Bairrada tinto 2009, 14% de \u00e1lcool. Um vinho do Campolargo, sem indica\u00e7\u00e3o das castas, mas com um C\u00e3o no r\u00f3tulo&#8230; provavelmente tem Tinto C\u00e3o. Mas adiante. \u00c9 um vinho que est\u00e1 a atingir o limite da idade. Ou o conservam numa cave fria e h\u00famida, ou ent\u00e3o bebem as garrafas todas. O vinho j\u00e1 est\u00e1 a ganhar um sabor a velho que se desenvolve muito rapidamente ap\u00f3s aberto. Tive que guardar a garrafa no frigor\u00edfico &#8211; neste ver\u00e3o com temperaturas de 15\u00baC &#8211; para n\u00e3o se estragar e poder continuar a beb\u00ea-lo nas refei\u00e7\u00f5es seguintes. Mas por isso mesmo, \u00e9 um vinho aconselhado pelo editor.<\/p>\n<p>Fonte do Nico, Pen\u00ednsula de Set\u00fabal tinto 2013, 12,5% de \u00e1lcool, Castel\u00e3o. Um cl\u00e1ssico da regi\u00e3o de Palmela. \u00c1spero e simultaneamente doce, n\u00e3o muito trabalhado, mas ainda assim razo\u00e1vel, e uma boa escolha nos tempos que correm.<\/p>\n<p>Evel, Douro tinto 2012, 13,5% de \u00e1lcool. Outro cl\u00e1ssico do Douro, \u00e1cido com um toque de adstring\u00eancia e pouca do\u00e7ura. Bom para acompanhar pratos gordos.<\/p>\n<p>Hidr\u00e2ngeas, Douro tinto 2009, 13,5 de \u00e1lcool, de cepas com mais de 60 anos. Um vinho \u00e1spero, meio encorpado, com sabor a madeira bem combinado com o travo a fruta \u00e1cida, eventualmente mirtilos. Adorei.<\/p>\n<p>Domini, Douro tinto 2012, 13% de \u00e1lcool. Com um sabor bastante mais novo que o anterior, desta vez talvez amoras (de silva) maduras. Mas depois, com a continua\u00e7\u00e3o, nota-se alguma adstring\u00eancia e um toque de acidez. Bebe-se bem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cabe\u00e7a de Burro, Douro tinto 2010, 14% de \u00e1lcool, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Uma boa combina\u00e7\u00e3o de sabores: \u00e1cido, doce e adstringente. Um cl\u00e1ssico. Vila Regia, Douro tinto 2012, 12,5% de \u00e1lcool. 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